A meditação como item de consumo

Admiro o artista que cria um tempo para criar. Pode ser na madrugada sem o despertar constante daquele estado de concentração representado pelo telefone que toca, os e-mails que chegam, os afazeres, família, trabalho etc. Cada artista acha sua forma de se ausentar do real como forma de ouvir as vozes das ideias.
Na semana que passou o Dalai Lama esteve em São Paulo para uma série de palestras para os mais diversos públicos. Não tive a oportunidade de assistir, mas um dos assuntos que ele deve ter abordado foi sobre a meditação no processo de entendimento do eu, no processo criativo e outras necessidades espirituais.
Cada profissão por mais repetitiva que seja precisa da criação, da mudança, da reflexão para encontrar soluções para os problemas. Daí a necessidade de buscar um momento de paz consigo, de dar um “pause” na rotina. Pode ser no meio de uma caminhada, no chuveiro, na calmaria da madrugada. O importante é prestarmos atenção quando, onde e com que frequencia estes momentos acontecem para nós e, a partir daí, criar uma sistemática para recorrer a eles quando preciso. Estes momentos podem ser raros e muias vezes a pressão do tempo dificulta a espera por eles. Mesmo assim não devemos desistir, pois dar vazão às criações é uma bela forma de se recriar. Bom domingo de reinvenção!

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Arquivado em consumo, Histórias, internet, leitura, livros, Notícias

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